20 fev

7 dicas de como liderar e tornar sua empresa líder no segmento que atua

Vamos dar uma breve pausa nos assuntos sobre investimentos. Toda virada de ano nos predispomos a fazer resoluções, definir metas e se abrir aos desafios. Liderar não deve ser tido apenas como uma obsessão, mas sim por um processo natural de elementos que definam a forma de encarar as coisas na vida e nos negócios.

Foi a proposta feita pela Fast Company no Innovation Festival, evento anual promovido pela agência digital americana muito reconhecida no mercado, que chamou para Nova York 200 empresas e líderes. Reunidos por alguns dias, eles discutiram questões sobre inspiração, desde uma start-up até empresas de grande porte que hoje lideram uma nova corrida espacial.

A Fast Company divulgou recentemente o relatório de tudo o que foi discutido e trazemos alguns desses achados porque acreditamos que liderar é perseguir por novas ideias para continuar transformando o mundo e caminhando para frente.

1. A liderança verdadeira requer mais do que apenas agilidade e pensamento rápido

Muitas vezes o trabalho do CEO é complicado porque a tomada de decisões requer que se pense rapidamente em uma solução. O caso mais emblemático usado como exemplo pela Fast Company foi a Pepsi.

A CEO Indra Nooyi ativou uma nova área dentro da empresa para a Pepsi se comprometer globalmente com a sustentabilidade e comidas mais saudáveis.

Essa decisão gerou controvérsias, logicamente. Como uma empresa como a Pepsi poderia querer liderar isso se os produtos da empresa são altamente salgados e altamente doces?

Foi aí que ela deu uma resposta que faz todo sentido para qualquer empresa, seja um pequeno, médio ou grande negócio: “queremos remodelar o nosso negócio para Performance com Propósito adicionando mais produtos “bons-pra-você do que “divertidos-pra-você”, disse. E é isso que toda empresa busca, não é mesmo? Ainda mais em tempos como esse, onde a globalização pede urgência e os consumidores cada vez mais buscam por uma experiência d que apenas consumo.

2. Humildade e curiosidade importam mais do que fama

É difícil compreender isso. Em tempos de redes sociais, é comum ver empresas buscando seguidores e o apreço deles. Mas no final o que importa é a qualidade do serviço prestado, do produto a ser consumido. E saber que melhorá-lo e consultar a experiência dos consumidores e clientes é um trabalho constante, uma pesquisa que nunca acaba e que precisa ser sempre atualizada.

3. ‘Millenials’ têm respostas – e perguntas.

O CEO da Under Armor, Kevin Plank, lançou a campanha ‘Young, Fearless, Aggressive’ há dois anos. Até então poucos sabiam da inspiração de Plank até que ele disse que se baseou no jogador de golfe de 23 anos Jordan Spieth, nessas três frases que ele disse em uma entrevista e que o moviam a continuar evoluindo, aprendendo e ganhando. Plank e Spieth começaram uma relação de tutor e a dinâmica entre os dois elevou o patamar da Under Armour que hoje concorre de igual para igual com outros players do mercado.

4. Diversidade cognitiva pode salvar o dia

Quem disse que os líderes não precisam de ajuda? Os desafios dos negócios hoje mudam tão rapidamente que uma única pessoa não tem capacidade (ou condições) de acompanhar tudo sozinha e resolver o que aparece sem qualquer ajuda ou auxílio. Pelo contrário: toda ajuda é boa e necessária para acompanhar as transformações do mercado.

A frase “diversidade cognitiva” é usada rotineiramente por Regina Dugan, Vice-Presidente de Engenharia do Facebook, cujo conceito é sobre “não classificar uma pessoa por ela ser (ou parecer) diferente, mas sim por ela pensar diferente”.

No artigo [Facebook Engineering VP Explains Why “Cognitive Diversity Is The Most Powerful Tool” | Fast Company | Business + Innovation](https://www.fastcompany.com/3066345/work-smart/facebooks-vp-of-engineering-cognitive-diversity-is-the-most-powerful-tool) sobre o seu trabalho dentro do Facebook, Dugan esclarece o porquê da “diversidade cognitiva” ser uma poderosa ferramenta na importância de ter diversidade para o processo criativo. E a gente recomenda muito essa leitura.

Saber como se posicionar nas redes sociais é um desafio importante.

5. Todos somos responsáveis

Entregar resultados, consistência, obter lucros, aprimorou a arquitetura financeira. São muitos processos e a pressão só cresce, os obstáculos aparecem e mesmo que todas as previsões indique um certo resultado ou um caminho, nem sempre é o que acontece (e isso acontece com mais frequência do que os CEOs esperam).

Fazer a cultura chegar a todas as pessoas para que elas se sintam responsáveis e donas da empresa é uma tarefa árdua que requer muito trabalho. Mas saber como maximizar esse processo é um diferencial competitivo importante para qualquer empresa, que vai além dos números positivos do retorno de um investimento.

6. Mídia Social não é social suficiente

As empresas tendem a acreditar hoje que basta criar perfis nas redes sociais (Twitter, Instragam, Facebook, entre outras) e tudo certo. É legal ter presença online, postar coisas engraçadinhas e seguir em frente. Bom, se você pensa assim, está na hora de rever seus conceitos.

Sim, com as redes sociais é possível ter um alcance enorme. Mas nenhuma dessas conexões (likes, followers ou seja lá o que for) é mais forte do que o cara-a-cara, o corpo-a-corpo. É importante os perfis, mas nada de criativo pode surgir a partir dessas conexões. É preciso estar juntos, compartilhar momentos e histórias juntos, para que novas ideias surjam e engaje os clientes, funcionários e consumidores.

7. Conclusão

Enfrentamos em 2016 uma das piores crises da nossa história (se é que não tenha sido a pior). Fomos testados no nível que muitos de nós sequer tínhamos imaginado. Ainda estamos aqui e é exatamente nesses momentos que mais podemos ser criativos, que mais temos que colocar para fora nossos projetos e investir em nossas ideias.

Kead
Tags:, ,
sem comentários
leia mais

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *