Moedas digitais ganham atenção de corretoras brasileiras

As moedas digitais há um tempo vem ganhando espaço e saindo de uma zona antes conhecida só por pessoas mais entendidas de tecnologia. Embora ainda reduzido para o padrão internacional, o volume de compra e venda de bitcoins, que é a mais líquida entre as moedas virtuais, mostrou nos últimos meses crescimento suficiente grande para atrair olhares mais atenciosos das principais corretoras de valores do país.

Segundo informações do Valor Econômico, a XP e a Ativa (corretoras com foco em pessoas físicas), já registraram marcas que se associam ao termo “bitcoin”.

De acordo com o site CoinMarketCap, atualmente são quase 1,3 mil moedas virtuais em circulação no mundo, com um valor de mercado que gira em torno de US$ 203 bilhões, sendo que por dia a movimentação ultrapassa os US$ 16 bilhões. O giro está concentrado em cinco moedas: bitcoin, ethereum, bitcoin cash, ripe e litecoin.

Segundo o site bitValor no Brasil os agentes desse mercado a chamam de “exchange” e já somam uma movimentação de R$ 3,2 bilhões nesse ano. Uma prova do crescimento da moeda é comparar esse número com o ano anterior: em 2016, o giro total foi de R$ 363 milhões.

Esse reconhecimento se deve a três fatores: cobertura da mídia, regulamentação do bitcoin no Japão e à menção em relatórios de empresas como Empiricus e Investeaê, que verificaram um forte aumento da procura pelas moedas virtuais em 2017.

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